The diary

Se pergarmos a lista de coisas que eu não vejo o menor sentido certamente que ao lado de torcedores do Corinthians ou alpinistas vamos encontrar diários.
Ok, não estou falando de um diário sozinho, mas do fato de alguém dedicar tempo para escrever nele. Analisem, alguém pega, escreve os mais incríveis fatos da sua vidinha ali e… NÃO QUER QUE NINGUÉM LEIA!
Pra que diabos escreveu cacete?
Segundo a aula da dona Maricota lá pela quarta ou quinta série era que o fato de escrever se devia a ter um emissor e um receptor da mensagem, ou coisa do tipo. Logo, se você escreve suas mirabolantes aventuras, como a primeira vez que seu pretendente te deu bom dia e deixa aquilo fechado com um cadeadinho safado você simplesmente não está segundo os ensinamentos da dona Maricota, e isso é muito feio.
Ta bom, falando sério agora (como se isso fosse possível). Já tentaram alguma vez ler o diário de alguém? Não dá, é simplesmente impossível. As pessoas protegem aquilo como se fosse suas vidas. Me arrisco até a dizer que não escrevem é merda nenhuma e que existe um complô mundial para deixar pessoas curiosas iguais a mim querendo ler aquilo.
Alias, um blog de certa forma é um diário né? oO
Então tá.
Beijo diário. Até amanhã!
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